Senadora Seres Slhessarenko e Mônica Buriche - Prêmio Sebrae

Monica Burich  e Senadora Seres Slhessarenko - Historias de Sucesso, SEBRAE

Monica Burich e Beatriz Fett presidente da BPW

Monica Burich  e Beatriz Fett presidente da BPW - Historias de Sucesso, SEBRAE

Entrega Premio Mulher Empreendedora

Entrega Premio Mulher Empreendedora
Sergio Malta • Diretor-superintendente do Sebrae/RJ e Mônica Buriche

Capa da Revista Época

Capa da Revista Época
Edição nº 502

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

sábado, 9 de janeiro de 2010

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Revista Época Edição nº 502 - A segunda vida das mulheres: Como elas estão transformando a crise da meia-idade em uma oportunidade de mudar para melhor.

>...No passado, parecia natural para as mulheres conformarem-se com a frustração no trabalho ou na vida afetiva, pois esses eram sentimentos associados ao período que costumava ser um mero prenúncio da velhice. Agora, elas tentam reagir....Agora, as mulheres resolveram se considerar dotadas de um dom: a capacidade de apostar numa segunda vida. É como se dissessem a si mesmas: “Não tenho tempo a perder”. A empresária carioca Mônica Buriche, de 43 anos, encerrou o quarto decênio de vida abalada com a morte da mãe, separada do terceiro marido e com o desafio de enfrentar fortes concorrentes no próprio negócio. “Cheguei à encruzilhada. Queria entender por que minha vida não dava certo”, diz ela. Mônica recorreu à única coisa que lhe dava prazer naquele momento: mapas astrais. Ela teve a idéia de fazer mapas de graça para os clientes que atingissem certo número de pedidos em sua lavanderia. Deu certo: a clientela mais que dobrou, e ela aproveitou para implementar uma nova gestão, em que os funcionários passaram a avaliar a empresa. A iniciativa virou um caso de sucesso. Em 2007, Mônica recebeu o prêmio de Mulher Empreendedora do Sebrae do Rio. “A mulher tem uma forma diferente de ver o mundo, e ela precisa usá-la”, diz Mônica. “O que me mantém jovem é meu alto-astral. Não tenho saudade dos meus 20 anos.”

Por: Kátia Mello, Martha Mendonça e Ana Paula Galli

Empresária do Leblon representa Rio


Rio de Janeiro - As finalistas estaduais fluminenses do prêmio Mulher Empreendedora 2006 foram escolhidas na segunda-feira (12), na sede do Sebrae no Rio, por um júri de sete personalidades. As duas representantes fluminenses, que disputarão o prêmio com outras empreendedoras do País, em Brasília, no dia 28 de março, são: Mônica Reis Buriche, proprietária da lavanderia Laundry Service, no Leblon, Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, e Marilac Borges Estruc que fundou a Aproarten, cooperativa de artesanato no município de Nilópolis.

As juradas foram a sub-secretária estadual de Comércio e Serviço, Dulce Ângela; a vice-presidente da Business Professional Women (BPW-Rio), Vânia Rosa; a vereadora Cristiane Brasil; Maria do Glória Archer, assessora da Associação Comercial do Rio de Janeiro; Cecília Castro, do Instituto Pereira Passos; a editora da Revista Época Martha Mendonça; a jornalista da Rede Bandeirantes Cláudia Cataldi.

O grupo deu notas e avaliou o trabalho das candidatas a partir da história e a força para servir de exemplo, a criatividade da ação empreendedora, a capacidade de transformar o sonho em realidade, a geração de emprego e melhoria de vida de sua comunidade, o comprometimento com a melhoria e aprendizagem de seus funcionários e a preocupação com o meio ambiente.

Este ano o Rio de Janeiro foi campeão em inscrições para o prêmio concedido anualmente pelo Sebrae para divulgar ações bem-sucedidas gerenciadas por mulheres que sirvam de exemplo para quem deseja abrir um negócio próprio. O Sebrae no Rio recebeu 424 das 1,7 mil inscrições de todo o País. No ranking nacional do prêmio, o Rio de Janeiro ficou em 1º lugar, seguido por São Paulo com 295 inscrições.

As cidades que mais inscreveram candidatas foram as do Médio Paraíba, com 25% do total, seguidas do Rio de Janeiro (20%) e da Baixada (11%). A maioria das inscrições foi feita pela rede de atendimento do Sebrae no Rio (141), um recorde entre todas as unidades estaduais.

Grande parte das concorrentes tem entre 41 e 50 anos. E o segmento com maior número de candidatas foi o comércio, com 33%. Em segundo, o de serviços (20%) e, em terceiro, o de confecções (10%).

Duas categorias foram avaliadas: proprietárias de micro e pequenas empresas e membros de grupos de produção formal (cooperativas e associações). Nos três primeiros lugares de cada grupo ficaram:

Micro e pequenas empresas

1. Mônica Reis Buriche, proprietária da lavanderia Laundry Service, no Leblon, Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro
2. Solange Gonçalves Freitas, proprietária da empresa Kristall Estética - Nova Friburgo
3. Rosani Santana de Magalhães, dona do Liverpool Instituto de Línguas em Itaboraí


Serviço:
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Driblando o apagão: Criando oportunidades no setor de lavanderias


No final da década de 1990, Mônica Reis Buriche decidiu investir tudo o que tinha e apostou suas fichas na montagem de uma lavanderia no Leblon, bairro da zona sul do município do Rio de Janeiro (RJ).

Durante os três primeiros anos, Mônica esforçou-se para sobreviver no mercado de lavanderia. Enfrentou dificuldades na locação do ponto, no recrutamento e na orientação dos funcionários e na administração financeira. A lavanderia ocupava todo o seu tempo, pois ela chegava ao trabalho às sete horas e saía às 23 horas. Trabalhava os sete dias da semana. Enfim, com acertos e erros, a lavanderia se estabelecia no mercado.

Ao final de três anos, Mônica havia aprendido muito e aperfeiçoado suas capacidades gerenciais. Já conseguia orientar melhor seus funcionários, tinha melhorado seus controles financeiros e de estoque e, com isso, se permitia descansar aos domingos e ter algumas noites livres.

Pois foi exatamente em 2001, quando Mônica já tomava as rédeas de seu negócio, que a sociedade brasileira foi surpreendida pela necessidade de diminuir o consumo de energia elétrica, no que ficou conhecido como “apagão”. Todas as pessoas físicas e jurídicas receberam em sua conta de luz a informação sobre as cotas máximas de consumo de energia elétrica a que teriam direito, determinadas pelo governo federal. Ultrapassar os limites estabelecidos em sua cota, além de incorrer em pesadas multas, significava correr o risco de ter o fornecimento de energia elétrica interrompido.

Imagine só uma lavanderia sem energia elétrica? Mônica recebeu com muita preocupação a notícia de que deveria reduzir seu consumo, pois, como poderia trabalhar com menos energia se todas as suas máquinas dependiam desse recurso para funcionar?

Autores:
Renata Maurício Macedo Cabral & Mônica da Silva Ramalho